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Buffered, Direct ou Neither

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No post passado apresentei uma breve introdução sobre alguns pontos referentes à memória virtual que considero ser os mais relevantes aos desenvolvedores de drivers. Com essa pequena carga de conhecimento, ficará mais simples de explicar as diferenças entre os métodos de transferências de dados entre aplicações e drivers, assim como outras questões, tais como o…

Uma pitada de Memória Virtual

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Agora vamos deixar de conversinha mole e vamos logo ao que interessa. O exemplo que descrevi em outro post mostra como implementar um driver bem simples que armazena uma lista de strings que são enviadas ao driver através de operações de escrita (WriteFile), e as mesmas strings são retornadas em subseqüentes operações de leitura (ReadFile)….

Recife Office

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Pode uma pessoa trabalhar do outro lado do país e ainda assim dar um curso de Drivers para Windows? A resposta para essa pergunta é: “Depende se essa pessoa é Home suficiente para isso”. O fato de ter recebido a oportunidade de trabalhar em casa me abriu a grande flexibilidade de poder trabalhar fora de…

Agora que virei Home

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De repente meu gerente me liga e pergunta – “Você é Home, certo?”. Fiquei meio constrangido com aquela situação, mas o que eu podia fazer? Eu tinha que responder àquela pergunta. “Olha, ainda não sou completamente, mas estou interessado em virar”, respondi. “Então preencha os formulários que eu aprovo”. Foi basicamente assim que virei Home…

Step into Kernel (Firewire)

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Já sei! Seu computador de teste não tem porta serial e você precisa fazer debug de Kernel nele. Creio que depois da porta serial, a maneira mais utilizada para depurar o Kernel do Windows seja utilizando uma interface firewire. Ainda existe a opção de se fazer o debug de Kernel utilizando USB 2.0, mas isso…

A matéria mais difícil

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Como alguns de vocês já estão cansados de saber, estou cursando o quinto ano de Engenharia da Computação. No começo do curso, naturalmente pastei para poder aprender Cálculo, Álgebra, Física e aquelas outras matérias que tiram fumacinha da calculadora. Como não pude sair do meu colegial técnico e ir direto para uma universidade, trabalhei um…

Utilizando o Registry (Parte 2)

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Pois é, como eu estava dizendo na primeira parte deste post. Isso é muito código. Todo esse negócio parece trabalhoso, não? Montar uma UNICODE_STRING para o caminho da chave que se deseja acessar, montar um OBJECT_ATTRIBUTES com ela, abrir handle, determinar o tamanho dos valores a serem lidos, alocar um buffer grande suficiente, ler o…

Utilizando o Registry (Parte 1)

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No último post, em resposta à uma dúvida de um leitor, comentei um pouco sobre como criar e usar novas IOCTLs. Afinal de contas, o lema desse blog é “Servir bem para servir sempre”. Dúvidas de leitores são ótimas fontes de sugestões para novos posts. Creio que como em qualquer outra especialidade, o desenvolvimento de…

Criando e usando IOCTLs

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Eu posso definir minha estrutura da maneira // que eu achar o maior dos melhor de bão. // Estes serão os dois números a serem somados. ULONG x; ULONG y; } KERNEL_MATH_REQUEST, *PKERNEL_MATH_REQUEST; typedef struct _KERNEL_MATH_RESPONSE { //-f–> Aos mais mocinhos: Eu sei que dá para fazer // tudo em uma só estrutura. Estou fazendo…

Tirando o atraso :-P

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